A Securities and Exchange Commission (SEC) parece determinada a se distanciar de sua conturbada relação com o mercado de criptomoedas, ao decidir realocar Jorge Tenreiro, o principal advogado da agência que supervisionou vários processos críticos contra bolsas de criptoativos, para uma função voltada à manutenção dos sistemas de informática da instituição. Além disso, outro advogado envolvido na elaboração de diretrizes contábeis controversas que dificultaram a custódia de criptoativos por bancos também foi transferido.
Essa mudança ocorre enquanto a SEC busca reconstruir laços com empresas de criptoativos após investimentos significativos feitos por grandes bolsas em super comitês de ação política que apoiaram legisladores alinhados ao setor. Notavelmente, o presidente Trump, um forte defensor das criptomoedas, recentemente vendeu seu próprio token digital, avaliado em aproximadamente US\$ 3,5 bilhões.
O Lloyds Banking Group está enfrentando uma cobrança fiscal de £1 bilhão após perder a primeira rodada de sua batalha judicial contra a Receita e Alfândega de Sua Majestade (HMRC) a respeito de perdas financeiras em suas operações na Irlanda após a crise financeira.
Em uma decisão altamente aguardada, um tribunal em Londres rejeitou a contestação legal do banco contra a HMRC sobre a alienação de substanciais empréstimos imobiliários irlandeses avaliados em bilhões. O Lloyds buscava alívio fiscal para as perdas sofridas com esses ativos, que adquiriu durante a compra, apoiada pelo governo, do Halifax Bank of Scotland por £12 bilhões em 2008, no auge da crise. Menos de dois anos depois, o Lloyds decidiu encerrar suas operações na Irlanda, que haviam acumulado £24,7 bilhões em empréstimos, revelando que impressionantes 90% de sua carteira de empréstimos imobiliários comerciais irlandeses estava comprometida.
Entretanto, a HMRC contesta a reivindicação do Lloyds pelo benefício fiscal, afirmando que a intenção do banco de buscar esse alívio influenciou sua decisão de sair do mercado.